Número total de visualizações de páginas
sexta-feira, 25 de março de 2011
you. me. we.
juro que não sei como "me vieste parar ás mãos". mas ainda bem que te deixei entrar. não me arrependo nem um bocadinho. mesmo com o que aconteça no futuro, são com os erros que eu aprendo a crescer. por mais erros que sejam. sabes o que é estar a tremer por todo o lado por ir estar contigo? com medo do que vás dizer, ou fazer? é uma sensação tão boa, mas ao mesmo tempo de tanto nervosismo. o sorriso enorme com que fico quando te vejo. quando tu me dizes aquelas coisas que todas as raparigas querem ouvir. quando te ris de mim, e eu de ti. juro-te que felicidade que me dás. cada vez sinto mais necessidade de estar contigo, de te ver, de te agarrar e nunca mais te largar. gosto tanto de te ouvir dizer que nunca me vais trocar. mas quem me garante isso? por agora, eu acredito em ti. mas no futuro nao sei. o futuro pouco importa. so quero saber do meu presente. do teu presente. do nosso presente. não percebo, como é que após teres visto como realmente sou, continuas interessado. isso sabe tão bem. é tão bom quando nos aceitam principalmente como somos. quero tanto fazer as coisas como deve ser, nao quero estragar nada. nao quero avançar demasiado cedo. nao te quero perder. foste tu quem eu escolhi. fui eu quem tu escolheste.
terça-feira, 8 de março de 2011
so long time ago (...)
já lá vão uns bons sete meses. foi a última vez que te vi, a sério. sim, sim. eu sei que nos vimos outra vez no ultimo dia de outubro, mas sabes bem qe foi muito diferente. naquele dia algures em agosto, eu sentia-me bem. sentia-me como á muito nao me sentia. mas ao mesmo tempo, sentia-me perdida. sabia que aquilo ia durar apenas aquele dia. apenas até eu voltar para casa com o teu cheiro, entranhado nas minhas roupas. passamos umas boas horas, juntos. lembro-me de todas as conversas que tivemos nesse dia. as serias, e as brincadeiras. lembro-me de voltarmos para minha casa. abraçarmo-nos. e quando eu me tentava "descolar" do teu corpo, tu fazias pressão para eu continuar "nele". quando finalmente nos largamos, tinhamos os braços entrelaçados de forma bastante estranha. tentámos desembaraçá-los. enquanto o faziamos, olhaste-me intensamente nos meus olhos castanhos. nunca desviaste o olhar para o que fosse. fiz o mesmo. finalmente desembaraçámos os braços. o olhar continuo. disse adeus. mas com a esperança de te voltar a ver. comecei a descer a longa rampa. olhei para trás, estavas lá. a olhar para mim. continuei. olhei outra vez, e continuavas lá. parecia que nao querias que eu me fosse embora. a partir daí fiz o caminho todo a olhar para trás, até não te conseguir ver mais. quando deixei de te ver, so me apetecia voltar para ao pé de ti. sussurrar-te um belo "amo-te", e ter resolvido as coisas ali. naquele momento. não o fiz. virei-me para a frente. estava no meio da estrada com as lagrimas nos olhos. corri até ao outro lado da estrada. as lagrimas nao cairam. algo as prendeu. entrei a casa. dirigi-me ao quarto. sentia o teu cheiro nas minhas roupas. sentia-o por todo o lado. podia ser psicologico. mas sabia bem. parecia que podia imaginar-te ao meu lado. so no dia a seguir me apercebi que aquilo tinha sido a despedida. que não te ia voltar a ver tão cedo. e assim foi. passaram-se dois meses. revi-te. agiste como se nada fosse. fugi de ti, a noite toda. achei que isso seria o melhor. no fundo, eu secalhar nunca te amei. afinal, eu sou só uma criança. ainda nem sei o que é gostar. amar. mas uma coisa podes ter a certeza, ainda hoje eu consigo imaginar o teu cheiro. ainda hoje me lembro dos teus olhos nos meus. no teu corpo no meu. isto pode ter sido lamechas, ridiculo. mas foi só mais um desabafo.
- foi a mariana (...)
Subscrever:
Mensagens (Atom)
